A reforma tributária já começou a ser implementada e trará mudanças visíveis no cotidiano dos consumidores.
A transição será gradual e tem prazo final previsto para 2032.
As primeiras mudanças passam a valer em 2026 e tendem a ficar mais perceptíveis a partir de 2027.
O novo modelo prevê a criação de dois tributos principais, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirão tributos atuais como PIS, Cofins, ICMS e ISS.
A lógica central é tributar apenas o acréscimo de valor em cada etapa da cadeia produtiva, conforme explicam especialistas da área contábil.
“A ideia é tributar apenas o valor que cada etapa da cadeia econômica adiciona ao produto.”
Uma das mudanças mais visíveis para o público será a forma como os impostos aparecem nas compras, com destaque maior e padronizado nas notas fiscais.
Haverá também maior padronização das notas em nível nacional e incorporação de mecanismos tecnológicos para automação do recolhimento e rastreabilidade das operações.
Paralelamente, a Receita Federal amplia o monitoramento de movimentações financeiras, intensificando cruzamentos de dados envolvendo Pix e transações por cartão.
O foco desse controle está na identificação de inconsistências entre o padrão de consumo e a renda informada à Receita, especialmente quando há rendimentos não formalizados.
“Se a renda total for maior do que a declarada, em algum momento isso pode ser identificado, e a cobrança pode vir com multa e juros.”
Por isso, a recomendação aos contribuintes é manter a organização das finanças e a coerência das informações prestadas ao Fisco.
No conjunto, a tendência é de um ambiente com mais transparência nas cobranças e mais rigor no acompanhamento das operações financeiras.
Receba em primeira mão as atualizações mais quentes sobre Nota Fiscal!
TOTVS, Conta Azul, Sankhya e diversas outras empresas já fazem parte da nossa comunidade. Entre você também!
Quero participar »