SEFAZ/AL discute cronograma de capacitações sobre a Reforma Tributária (AL)

A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz/AL) iniciou discussões para organizar um cronograma de capacitações voltadas à implementação da Reforma Tributária.

A iniciativa reúne representantes de órgãos e entidades ligadas à área fiscal e busca preparar servidores públicos para orientar contribuintes sobre as mudanças no sistema tributário.

A reunião ocorreu na Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), em Maceió (AL), e teve como foco alinhar ações conjuntas entre o Estado e os municípios.

O objetivo central é estruturar uma transição mais clara e prática para o novo modelo de tributação sobre o consumo.

Segundo a Sefaz/AL, a estratégia começa pela capacitação técnica dos servidores, para que, em um segundo momento, empresas, produtores e contribuintes em geral tenham acesso a palestras, reuniões e espaços de esclarecimento de dúvidas.

O cronograma de ações está sendo planejado para o primeiro semestre de 2026, com atividades voltadas à apresentação das mudanças na legislação e aos impactos operacionais do novo sistema.

De acordo com a auditoria fiscal da Sefaz, o trabalho integrado com entidades parceiras é essencial para fortalecer a administração tributária em todo o território alagoano.

“Estamos atuando para superar alguns obstáculos, como a adequação à Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) e à implementação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), conhecido como o CPF dos imóveis.”

A expectativa é que, a partir de meados de março de 2026, os servidores estejam inseridos em uma agenda contínua de treinamentos e reuniões técnicas.

A Sefaz/AL destaca que a intenção é evitar que dúvidas operacionais ou burocráticas prejudiquem a atividade econômica durante o período de transição.

O planejamento funciona como uma ponte entre a nova legislação tributária e quem será diretamente impactado por ela.

Entre os avanços já observados, o Estado informa que 102 municípios alagoanos aderiram à NFS-e no padrão nacional.

A adoção do modelo nacional tem como finalidade unificar layouts de emissão, reduzir a burocracia e preparar os entes federativos para a futura apuração dos novos tributos sobre o consumo, como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).


Fonte: Ascom Sefaz

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